sábado, 31 de março de 2012

Assembleia Legislativa aprova, por 43 votos a 9, o polêmico projeto da Lei Antibaixaria

Trecho de matéria veiculada no blog Bahia toda hora

"A Assembleia Legislativa aprovou no início da noite desta terça (27), por 43 votos a 9, em segunda votação, o polêmico projeto da deputada Luiza Maia (PT) que proíbe a contratação, com recursos públicos estaduais, de artistas cujas obras desvalorizem a mulher ou incentivem a violência contra elas. O projeto seguirá agora para ser sancionado pelo governador Jaques Wagner.

A votação foi acompanhada nas galerias por um expressivo grupo de mulheres – muitas delas, assim como algumas deputadas, usando roupas na cor lilás, símbolo do movimento feminista. Faixas na mesma cor decoravam a mesa principal do plenário e as galerias da Casa, onde também haviam faixas e cartazes de apoio à proposta.

O projeto substitutivo do apresentado pelo relator, deputado João Bonfim, sofreu uma emenda de última hora, aprovada no plenário, que retirou as restrições a coreografias que supostamente poderiam denegrir a mulher, sob a alegação de que não poderia ser cumprido na prática, pois requereria um julgamento altamente subjetivo."

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Opinião do notaveisinotaveis: salutar se essa lei venha a valer para todo o território nacional. Baixaria é pouco. Essas músicas são uma agressão gratuita. Faz-se necessário valorizar o bom artista. Onde está a polêmica? Polemizar a baixaria?

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E faça-se a verdade




DILMA STELA ROUSSEF COLINA E O CASO DO COFRE DO ADHEMAR DE BARROS! Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e o Comando de Libertação Nacional (COLINA) RECORDANDO A HISTÓRIA


“A AÇÃO GRANDE OU O ROUBO DO COFRE DO ADHEMAR”

1. A FORMAÇÃO DA VAR-P

Em meados de 1969, duas organizações de linha foquista, a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e o Comando de Libertação Nacional (COLINA) debatiam-se sufocadas pelo cerco dos órgãos de segurança. Esprimidas entre os sucessos dos atos terroristas e dos assaltos a bancos e as amarguras da prisão de dezenas de seus militantes, ambas buscaram, na fusão, um modo de rearticularem-se, formando uma única organização, mais poderosa e de âmbito quase nacional. Assim é que, em junho e em julho, em duas casas do litoral paulista, respectivamente, em Peruíbe e em Mongaguá, os dois comandos nacionais realizaram a denominada Conferência de Fusão, em cujo Informe, datado de 07 de julho, já aparecia o nome da nova organização, a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-P), que iria, também, ganhar a adesão de militantes da Dissidência do Partido Comunista Brasileiro de São Paulo (DI/SP). Foi eleito o seguinte Comando Nacional (CN), três oriundos de cada organização: Carlos Lamarca, Antônio Roberto Espinosa e Cláudio de Souza Ribeiro, da VPR, e Juarez Guimarães de Brito, sua esposa Maria do Carmo Brito e Carlos Franklin Paixão Araújo, do COLINA.

Apesar da fusão ter sido concretizada, as discussões da conferência não foram tranqüilas, transcorrendo num clima tenso e, por vezes, tumultuado. Os “massistas” oriundos do COLINA, melhor preparados politicamente, criticavam os “militaristas” da VPR, pelo “imediatismo revolucionário” que defendiam. Ao mesmo tempo, entrando com 55 milhões de cruzeiros e um grande arsenal de armas, munições e explosivos, os oriundos da VPR sentiam-se moralmente fortalecidos, em face do nenhum dinheiro e das duas metralhadoras Thompson e quatro pistolas trazidas pelo COLINA. Entretanto, tudo foi esquecido quando Juarez Guimarães de Brito apresentou o seu trunfo, o planejamento da ” ação grande”, que poderia dar, à nova VAR-P, sua independência financeira.

2. A “AÇÃO GRANDE”

Gustavo Buarque Schiller, o “Bicho”, era um secundarista da então Guanabara que havia participado das agitações estudantis de 1968 e, através de militantes do diminuto Núcleo Marxista Leninista (NML), havia-se ligado ao COLINA. De família rica, morava no bairro de Santa Tereza, próximo à casa de seu tio, o médico Aarão Burlamaqui, que a havia cedido para ser a residência de sua irmã – tia do “Bicho”, Anna Gimel Benchimol Capriglione, tida como sendo a “amante do Adhemar”, ex-Governador de São Paulo. Ao ouvir que no cofre do casarão de sua tia, que morava na Rua Bernardino dos Santos, havia milhões de dólares,levou esse dado à organização.

No início de maio de 1969, “Bicho” recebeu de Juarez Guimarães de Brito a incumbência de realizar levantamentos mais acurados, com croquis e tudo, para um futuro assalto. Descobriu, então, que não havia só um, mas dois cofres, o segundo num escritório em Copacabana. Descobriu, também, que neles deveria haver de 2 a 4 milhões de dólares, além de documentos que poderiam incriminar, por corrupção, o ex-Governador Adhemar de Barros.

Juarez vislumbrou a ” ação grande”: num assalto simultâneo, arrecadaria recursos financeiros nunca antes conseguidos por uma organização e, com os documentos, poderiadesmoralizar um dos articuladores da Revolução de 1964.

Necessitando de mais dinheiro para o roubo dos cofres, Juarez decidiu executar o que denominou de “ação retificadora”, chefiando, em 11 de julho, o assalto à agência Muda do Banco Aliança, com os seguintes sete militantes da VAR-P: Darcy Rodrigues, Chael Charles Schreier, Adilson Ferreira da Silva, Fernando Borges de Paula Ferreira, Flavio Roberto de Souza, Reinaldo José de Melo e Sonia Eliane Lafoz. O assalto não proporcionou o resultado esperado: além de só terem conseguido 17 milhões de cruzeiros, foram perseguidos pela polícia, quando Darcy Rodrigues assassinou o motorista de táxi Cidelino Palmeira do Nascimento, causando “reflexos políticos negativos” para a nascente organização.

Por outro lado, o assalto ao cofre de Copacabana necessitava um tempo maior de planejamento, o que a “revolução” não poderia conceder. Decidiu, então, roubar o de Santa Tereza.

Na tarde de 18 de julho de 1969, os seguintes treze militantes da VAR-P, comandados por Juarez Guimarães de Brito (“Juvenal”, “Júlio”), invadiram o casarão de Anna Capriglione, disfarçados de policiais à cata de “documentos subversivos”: Wellington Moreira Diniz (“Lira”, “Justino”, “Mario”, “Lampião”, “Virgulino”), José Araújo de Nóbrega (“Alberto”, “Monteiro”, “Zé”, “Pepino”), Jesus Paredes Sotto (“Mário”, “Reis”, “Lu”, “Roque”, “Tião”, “Elmo”), João Marques de Aguiar (“Braga”, “Jeremias”, “Topo Gigio”), João Domingos da Silva (“Elias”, “Ernesto”), Flávio Roberto de Souza (“Marques”, “Mário”, “Juarez”, “Ernesto”, “Gustavo”), Carlos Minc Baumfeld (“Orlando”, “José”, “Jair”), Darcy Rodrigues (“Sílvio”, “Léo”, “Batista”, “Souza”), Sônia Eliane Lafoz (“Bonnie”, “Mariana”, “Clarice”, “Paula”, “Rita”, “Olga”), Reinaldo José de Melo (“Rafael”, “Maurício”, “Otávio”, “Douglas”), Paulo Cesar de Azevedo Ribeiro (“Ronaldo”, “Hilton”, “Comprido”, “Glauco”, “Ivo”, “José”, “Luiz”, “Osvaldo”, “Pedro”, “Rui”) e Tânia Manganelli (“Simone”, “Glória”, “Marcia”, “Patrícia”, “Sandra”, “Vera”).

Após confinarem os presentes a uma dependência do térreo da casa, um grupo subiu ao 2º andar e levou, através de cordas lançadas pela janela, o cofre de 200 Kg, colocado numa Rural Willys. Em menos de 30 minutos, consumava-se o maior assalto da subversão no Brasil.

Levado para um “aparelho” localizado próximo ao Largo da Taquara, em Jacarepaguá, o cofre foi arrombado com maçarico e com o cuidado de, antes, ser enchido de água através da fechadura, para evitar que o dinheiro se queimasse. Aberto, “os militantes puderam ver, maravilhados, milhares de cédulas verdes boiando”. Penduraram as notas em fios de nylon estendidos por toda a casa e secaram-nas com ventiladores. Ao final, 2.800.064,00 dólares atestavam o sucesso da ” ação grande”.

Entretanto, entre os documentos encontrados só havia cartas e papéis pessoais, nada que pudesse incriminar Adhemar de Barros, além das inevitáveis especulações sobre as origens da fabulosa quantidade de dólares.

3. O DESTINO DO BUTIM

O destino dado ao dinheiro nunca foi devidamente esclarecido, perdido nos obscuros meandros da cobiça humana sobrepondo-se à ideologia.

Juarez e Wellington Moreira Diniz deixaram todo o dinheiro no “aparelho” da Rua Oricá, 768, em Braz de Pina, sob a guarda de Luiz Carlos Rezende Rodrigues (“Chico”, “Negão”) e Edson Lourival Reis Menezes (“Miranda”, “Sérgio”, “Wander”, “Emílio”, “Gilson”). Dias depois, Juarez foi buscar o dinheiro e determinou que essas duas “testemunhas” viajassem para a Argélia: Luiz Carlos embarcou em 12 de agosto, a fim de comprar armas, e Edson, via Argélia, foi fazer um curso de guerrilha em Cuba. Cinco meses depois, já no início de 1970, de volta ao Brasil, Luiz Carlos pediu para o militante Jorge Frederico Stein levar a quantia de 220 milhões de cruzeiros do Rio Grande do Sul para a Guanabara, em duas viagens.

Cerca de 300 mil dólares foram colocados em circulação e sabe-se que muitos militantes receberam, cada um, 800 dólares para emergências e que os dirigentes passaram a viver sem dificuldades financeiras. Inês Etienne Romeu (“Alda”, “Isabel”, “Leda”, “Nadia”, “Olga”, “Tania”) recebeu 300 mil. Cerca de 1,2 milhão foi distribuído pelas regionais, para a aquisição de armas, “aparelhos” e carros, além da implementação das possíveis áreas de treinamento de guerrilhas. No final de setembro, Maria do Carmo Brito (“Lia”, “Madalena”, “Madá”, “Sara”) entregou ao Embaixador da Argélia no Brasil, Hafif Keramane, a quantia de 1 milhão de dólares. Em contas secretas da Suíça – depois transferidas para a França, foram depositados 250 mil dólares, dos quais 120 mil foram divididos, em 1974, pelos grupos remanescentes da VAR-P e 130 mil foram abocanhados por Lalemant, um francês intelectual de esquerda, editor e dono da livraria Marterout, em Paris.

Quanto ao Gustavo Buarque Schiller, o “Bicho”, seu destino foi mais claro, se não trágico, do que o dos dólares que ajudou a roubar. Logo após o assalto, passou para a clandestinidade, escondendo-se com Herbert Eustáquio de Carvalho, o “Daniel”. Depois, fugiu para o Rio Grande do Sul, onde usou os codinomes de “Luiz” e “Flávio”. Preso no final de março de 1970, foi banido para o Chile em 13 de janeiro de 1971, em troca da vida do embaixador suíço. Depois de passar longos anos de dificuldades financeiras na França, retornou ao Brasil com a anistia, em novembro de 1979. Movido por “conflitos existenciais”, suicidou-se em 22 de setembro de 1985, atirando-se de um edifício em Copacabana.

Com dólares, armas e militantes preparados, a VAR-P nascia grande e prometia tornar-se a maior das organizações subversivas brasileiras. Os conflitos ideológicos entre seus integrantes, originados de uma fusão que nunca desceu da cúpula dirigente às bases, acabariam por dividi-la e enfraquecê-la, facilitando a sua posterior destruição.

 F. Dumont TERRORISMO NUNCA MAIS"

Fonte: blog Homem oculto 

Falando a verdade ou a comissão da "verdade"


Leitura do atentado no Aeroporto Internacional dos Guararapes

Democracia para PT-v

E assim caminha a nossa democracia! Viva os PTralhas de plantão.


"ESTA É A DEMOCRACIA DELES

Abaixo, mais uma foto (de Fábio Motta/AE) de uma representante da democracia e do estado de direito perseguindo um militar da reserva. Aquele rapaz, com ar e procedimento civiizados, é um dos comandados espirituais de Maria do Rosário, a ministra dos Direitos Humanos nomeada por Dilma Rousseff. Esta é a democracia deles.
"

Fonte: blog do Reinaldo Azevedo